Existem músicas e músicas. Últimamente tem uma que não me canso de ouvir e que ainda chega até a me emocionar de vez em quando. Seja pela letra, melodia e, principalmente, as duas vozes que interpretam. Só uma passagem rápida para compartilhar uma grande obra.
Roberto Ribeiro e Clara Nunes cantando "Artifício"
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Tem que respeitar
Muito malandro por aí que se comporta como especialista no samba tem uma coisa em mente da qual eu não entendo. Não pode ouvir a palavra "pagode" que quase vomita e samba bom é só aquele até os anos 70. Esse mesmo pessoal desdenha das geniais criações dos integrantes do Fundo de Quintal.
Fundo de Quintal foi um dos grupos que me fizeram pensar no samba livre, sem esquentar a cabeça com picuinha entre pandeiros de nylon e couro, e muito menos, se preocupar em citar o - para muitos - demoníaco pagode, mesmo depois de alguns paulistas cornos se apossarem do termo como gênero musical.
Fundo de Quintal é raiz, resistência, exemplo, número baixo, malandragem, samba de vagabundo, pé no chão, terreiro, cerveja, boêmia, cachaça, melodia, improviso, samba canção, partido, jongo, miudinho, escola, maestria, suavidade, sagacidade, leveza, pressão, canto, dança, coro, e muito mais que as "Batucada dos Nossos Tantãs" ou "Irene". Que a mesma galera que critica, canta nas rodas que promovem.
Abaixo, uma lista só de preciosidade. E a Sereno, Bira, Ubirany, Cleber Augusto, Arlindo Cruz, Sombrinha, Jorge Aragão, Almir Guineto, Mussum e outros tantos...um muito obrigado.
Respeita vagabundo!
Miudinho
Nascente da Paz
Encrespou o mar, Clementina
Pra Não Quebrar a Corrente
Quantos Morros Já Subi
Seja Sambista Também
Saber Viver
Canto Maior
Força, Fé e Raiz
Minhas Andanças
Fundo de Quintal foi um dos grupos que me fizeram pensar no samba livre, sem esquentar a cabeça com picuinha entre pandeiros de nylon e couro, e muito menos, se preocupar em citar o - para muitos - demoníaco pagode, mesmo depois de alguns paulistas cornos se apossarem do termo como gênero musical.
Fundo de Quintal é raiz, resistência, exemplo, número baixo, malandragem, samba de vagabundo, pé no chão, terreiro, cerveja, boêmia, cachaça, melodia, improviso, samba canção, partido, jongo, miudinho, escola, maestria, suavidade, sagacidade, leveza, pressão, canto, dança, coro, e muito mais que as "Batucada dos Nossos Tantãs" ou "Irene". Que a mesma galera que critica, canta nas rodas que promovem.
Abaixo, uma lista só de preciosidade. E a Sereno, Bira, Ubirany, Cleber Augusto, Arlindo Cruz, Sombrinha, Jorge Aragão, Almir Guineto, Mussum e outros tantos...um muito obrigado.
Respeita vagabundo!
Miudinho
Nascente da Paz
Encrespou o mar, Clementina
Pra Não Quebrar a Corrente
Quantos Morros Já Subi
Seja Sambista Também
Saber Viver
Canto Maior
Força, Fé e Raiz
Minhas Andanças
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Papo de bola

Depois de um ano todo de espera, através de amistosos, palpites de convocados, album de figurinhas, comerciais, jogo da copa pra PS3... Eis que, finalmente, começa a Copa pro Brasil! E depois do primeiro toque, é hora de comentarmos a atuação do batalhão do Dunga. (que, bem falou o Pablo, meu camarada, estava parecendo o Popeye com aquela roupa ontem)
Pra quem achava que o Brasil ia fazer uma atuação de gala, se decepcionou porque quis. Copa do Mundo é assim, nenhuma estreia satisfaz o torcedor. A Coreia é fraca, mas nem se fosse o Ibis ia ser goleada. Se nós, torcedores, já ficamos tensos na espera do jogo, imagina o caboclo que está vestindo o manto dourado? Ainda mais quando o cara é, simplesmente um jogador mediano, como a mairia do time. É isso, pouco futebol, algum esforço, mas pelo menos arranca a vitória. Isso que importa.
Para se destacar da partida (nem era essa a palavra a ser usada), só dá pra falar do Robinho, que mesmo por muitas vezes bailando mais que jogando, tentou fazer alguma coisa no jogo. Não à toa, acertou um primor de lançamento pro Elano. Outro que queria alguma coisa, e esse, diga-se de passagem, sempre mostra disposição e raça, foi o Maicon, premiado com um belo gol. De resto, nada a declarar. Juan e Lucio não tiveram problemas, e memso assim o nosso capitão mostrou o espírito "zagueiro-zagueiro", espirrando bola pro lado (até contra a Coreia do Norte!). Michel Bastos, Felipe Melo, G. Silva e Kaká foram um lixo. Luis Fabiano nada fez, mas atacante é assim, não precisa aparecer muito, contanto que meta o dele. Nesse caso, ontem não deu. Fraco.
Pra quem achava que o Brasil ia fazer uma atuação de gala, se decepcionou porque quis. Copa do Mundo é assim, nenhuma estreia satisfaz o torcedor. A Coreia é fraca, mas nem se fosse o Ibis ia ser goleada. Se nós, torcedores, já ficamos tensos na espera do jogo, imagina o caboclo que está vestindo o manto dourado? Ainda mais quando o cara é, simplesmente um jogador mediano, como a mairia do time. É isso, pouco futebol, algum esforço, mas pelo menos arranca a vitória. Isso que importa.
Para se destacar da partida (nem era essa a palavra a ser usada), só dá pra falar do Robinho, que mesmo por muitas vezes bailando mais que jogando, tentou fazer alguma coisa no jogo. Não à toa, acertou um primor de lançamento pro Elano. Outro que queria alguma coisa, e esse, diga-se de passagem, sempre mostra disposição e raça, foi o Maicon, premiado com um belo gol. De resto, nada a declarar. Juan e Lucio não tiveram problemas, e memso assim o nosso capitão mostrou o espírito "zagueiro-zagueiro", espirrando bola pro lado (até contra a Coreia do Norte!). Michel Bastos, Felipe Melo, G. Silva e Kaká foram um lixo. Luis Fabiano nada fez, mas atacante é assim, não precisa aparecer muito, contanto que meta o dele. Nesse caso, ontem não deu. Fraco.
......................................................................................................
Mudando o rumo da prosa, Zico no Flamengo é, de fato, a maior esperança do torcedor rubro-negro. Em sua primeira entrevista no cargo, deu pra sentir que não tem mi-mi-mi com o cara. Falou a verdade e não deixou nenhum fato de lado. Disse que está dificil contratar e que vai dar um jeito. Tirou neguinho que tava lá de corpo mole na comissão (era a galera do Andrade) e deixou claro que vagabundo nenhum vai ter molezinha. O goleiro faltou ao treino, reclamou que demitiram o amiguinho e não adiantou nada. Bruno ta lá, puto, de birra. E o Zico? Cagando e andando pra ele. Quer ir embora? Vai. Afinal de contas, Zico foi o Zico, não tinha nenhum mimo desse na época de jogador. Se tornou ídolo.
Outra postura correta foi com relação ao Emerson. Se esse cara tivesse todo esse amor pelo Flamengo como disse, aceitaria baixar o salário. Já que o que falou mais alto foi o dinheiro, que continuasse na Arábia, afinal, seu contrato não terminou ainda. Mas, não, ele fechou com o Fluminense.
Pelo menos, o galinho está passando uma postura que, se ela se concretizar, pode ser muito proveitosa para a vida do Flamengo e dos torcedores.
domingo, 6 de junho de 2010
O efeito Costinha
Depois de muita desilusão com o futebol carioca e um mês de merecidas férias, o blog está de volta à ativa.
Neste período em que estive num grande recesso pude aproveitar a ocasião para viajar, coisa que não fazia há muito tempo.
Tanto foi este tempo que até estranhei um pouco quando entrei no avião rumo a Buenos Aires. Sem deixar de ter o frio na barriga, notei que perdi um pouco do costume de uma viagem aérea com seus cuidados, pressões no ouvido e turbulências. Mas, num percurso de três horas, em vinte minutos já voltei ao normal.
Sempre fui, e ainda sou, um cagão assumido. Nunca curti para-quedas, asadelta ou bungee jump. Assim como também não tenho a utopia de “ser livre para voar”. Sei que existe muita gente assim - até mais medrosa - e é justamente dentro do avião que esses indivíduos começam a se manifestar.
Esse medo é normal e toda empresa aérea sabe. É justamente por isso que a tripulação sempre procura distrair os passageiros. Na minha, por exemplo, distribuíram balinhas, colocaram som ambiente e vídeos com a Ivete Sangalo, reportagens sobre a copa e clipes de música.
Pensando nisso, antes do pássaro de aço decolar, fiquei pensando em uma solução que, acredito, seria uma mais objetiva e satisfatória para os passageiros que sofrem de flatulência aguda quando entram no avião. Em vez de passar vídeos da Ivete falando do filho e de safaris africanos, por quê não usufruir do talento de um dos mais renomados humoristas do Brasil: Costinha?
Sempre fui fã do Costinha e adorava ouvir as fitas com suas piadas gravadas. É claro que fazia tudo sem a aprovação da mãe, por ser muito pequeno. Ir a um show, nunca tive a oportunidade.
Garanto que ao colocarem os fones de ouvidos, depois de sentarem tensos nas poltronas com avisos de atar cintos de segurança, os passageiros viajariam muito mais tranquilos escutando as histórias do mestre. Ouçam aí um pouco e vejam se não estou certo.
Neste período em que estive num grande recesso pude aproveitar a ocasião para viajar, coisa que não fazia há muito tempo.
Tanto foi este tempo que até estranhei um pouco quando entrei no avião rumo a Buenos Aires. Sem deixar de ter o frio na barriga, notei que perdi um pouco do costume de uma viagem aérea com seus cuidados, pressões no ouvido e turbulências. Mas, num percurso de três horas, em vinte minutos já voltei ao normal.
Sempre fui, e ainda sou, um cagão assumido. Nunca curti para-quedas, asadelta ou bungee jump. Assim como também não tenho a utopia de “ser livre para voar”. Sei que existe muita gente assim - até mais medrosa - e é justamente dentro do avião que esses indivíduos começam a se manifestar.
Esse medo é normal e toda empresa aérea sabe. É justamente por isso que a tripulação sempre procura distrair os passageiros. Na minha, por exemplo, distribuíram balinhas, colocaram som ambiente e vídeos com a Ivete Sangalo, reportagens sobre a copa e clipes de música.
Pensando nisso, antes do pássaro de aço decolar, fiquei pensando em uma solução que, acredito, seria uma mais objetiva e satisfatória para os passageiros que sofrem de flatulência aguda quando entram no avião. Em vez de passar vídeos da Ivete falando do filho e de safaris africanos, por quê não usufruir do talento de um dos mais renomados humoristas do Brasil: Costinha?
Sempre fui fã do Costinha e adorava ouvir as fitas com suas piadas gravadas. É claro que fazia tudo sem a aprovação da mãe, por ser muito pequeno. Ir a um show, nunca tive a oportunidade.
Garanto que ao colocarem os fones de ouvidos, depois de sentarem tensos nas poltronas com avisos de atar cintos de segurança, os passageiros viajariam muito mais tranquilos escutando as histórias do mestre. Ouçam aí um pouco e vejam se não estou certo.
domingo, 18 de abril de 2010
Carioca sem saída

Quem me conhece sabe. Nunca rejeitei o programa de ir ao maracanã. Porém, hoje resisti e não fui. A minha não-ida foi justamente de protesto pelo futebol que vem mosrando a maioria dos times brasileiros, principalmente os do Rio. Como tinha falado, com quem que ficasse o título de campeão carioca representaria a consagração da retranca. Quis o destino que essa glória fosse de Joel, o último rei do Rio.
Entram em campo Flamengo e Botafogo para, pelo menos, um público bom - mais ou menos 50 mil pessoas. No rubro-negro, como sempre, Andrade coloca Willians, Maldonado e Toró, que voltou a ser fraco. No outro, como sempre também, Joel escala três zagueiros, 3 volantes, um lateral, um meia e os dois gringos.
Eu estava certo. O jogo foi feio, e não se pode dar destaque pra nenhum jogador.
O juiz Gutemberg entrou no campo ligado em todo lance, se errou em algum, eu não vi. O campeonato Carioca só foi ter uma arbitragem decente logo no seu último jogo, coisa do destino. E o resultado comprova tudo, o jogo ruim e a boa arbriagem: 2x1 pro Botafogo, com dois gols de pênaltis. Que existiram, todos, diga-se.
Os jogadores, acostumados com os péssimos árbitros, usaram e abusaram do puxa-puxa dentro da área e se deram mal. Isso rendeu dois pênaltis contra o Flamengo e 1 contra o alvinegro. A questão aí é que o Herrera bateu e fez, o Abreu bateu bem e fez e o Adriano bateu mal e perdeu. Pra quem já estava esperando cobrança, é melhor o Imperador se preparar e parar de miguélite, porquê se o resultado não vir na quarta, contra o Caracas, vai acabar o amor e virar um inferno o Império.
Já o Botafogo, depois de três anos pode gritar “É campeão!” em cima do Flamengo, finalmente. Com Abreu batendo um pênalti de tirar onda com o Bruno e o Jéfferson pegando outro do Adriano, lavar a alma numa maneira melhor que essa não existe.
E daqui pra frente, como fica? Estadual vale pra salvar o semestre mas não serve de parâmetro. O Flamengo continua com um elenco, teoricamente, capaz de avançar na Libertadores e defender o título brasileiro. Mas, precisa mudar a postura, e se o Andrade continuar indiferente, vai rodar.
O Botafogo, apesar de campeão, continua tendo um elenco péssimo, digno de uma eliminação vergonhosa na Copa do Brasil em casa para o Santa Cruz e se não se reforçar vai lutar pra não cair. O time realmente só tem uma jogada e não consegue fazer uma troca de mais de três passes. Mas nenhum botaoguense está pensando nisso agora. Com razão.
E assim segue a vida, ainda vai ser difícil encontrar uma saída para o futebol do Rio de Janeiro.
Entram em campo Flamengo e Botafogo para, pelo menos, um público bom - mais ou menos 50 mil pessoas. No rubro-negro, como sempre, Andrade coloca Willians, Maldonado e Toró, que voltou a ser fraco. No outro, como sempre também, Joel escala três zagueiros, 3 volantes, um lateral, um meia e os dois gringos.
Eu estava certo. O jogo foi feio, e não se pode dar destaque pra nenhum jogador.
O juiz Gutemberg entrou no campo ligado em todo lance, se errou em algum, eu não vi. O campeonato Carioca só foi ter uma arbitragem decente logo no seu último jogo, coisa do destino. E o resultado comprova tudo, o jogo ruim e a boa arbriagem: 2x1 pro Botafogo, com dois gols de pênaltis. Que existiram, todos, diga-se.
Os jogadores, acostumados com os péssimos árbitros, usaram e abusaram do puxa-puxa dentro da área e se deram mal. Isso rendeu dois pênaltis contra o Flamengo e 1 contra o alvinegro. A questão aí é que o Herrera bateu e fez, o Abreu bateu bem e fez e o Adriano bateu mal e perdeu. Pra quem já estava esperando cobrança, é melhor o Imperador se preparar e parar de miguélite, porquê se o resultado não vir na quarta, contra o Caracas, vai acabar o amor e virar um inferno o Império.
Já o Botafogo, depois de três anos pode gritar “É campeão!” em cima do Flamengo, finalmente. Com Abreu batendo um pênalti de tirar onda com o Bruno e o Jéfferson pegando outro do Adriano, lavar a alma numa maneira melhor que essa não existe.
E daqui pra frente, como fica? Estadual vale pra salvar o semestre mas não serve de parâmetro. O Flamengo continua com um elenco, teoricamente, capaz de avançar na Libertadores e defender o título brasileiro. Mas, precisa mudar a postura, e se o Andrade continuar indiferente, vai rodar.
O Botafogo, apesar de campeão, continua tendo um elenco péssimo, digno de uma eliminação vergonhosa na Copa do Brasil em casa para o Santa Cruz e se não se reforçar vai lutar pra não cair. O time realmente só tem uma jogada e não consegue fazer uma troca de mais de três passes. Mas nenhum botaoguense está pensando nisso agora. Com razão.
E assim segue a vida, ainda vai ser difícil encontrar uma saída para o futebol do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Show de horror de domingo

O domingo prometia. Dia de clássico dos milhões na disputa da semifinal do charmoso campeonato carioca. Porém, resultou num Maracanã com pouco mais de 20 mil pagantes, um gramado castigado pelas chuvas e um jogo péssimo, com dois times que estavam com medo de jogar. O então clássico Flamengo e Vasco de ontem foi uma terapia do sono coletivo no maior do mundo.
Totalmente previsível, o Flamengo entrou em campo com três volantes, um meia e dois atacantes. Por sua vez, aos 45' do segundo tempo, a formação era: 3 zagueiros, 4 volantes e um meia. Isso mesmo, sem nenhum atacante. Já passa a ser vergonha alheia essa stuação.
Mais uma vez o time jogou mal, não conseguia sair a bola e se garantia na força de Vágner Love, que se virou lá na frente o tempo todo. Brunoo Mezenga, que substituiu Adriano, até começou bem, mas a carruagem virou abóbora em dez minutos de partida. Outro que também tantou alguma coisa e estava agradando - mais uma vez - era o Michael, que claro, saiu para a entrada do Pet.
Andrade tem um banco com Vinícius Pacheco e Pet. O time estava jogando mal e precisando da vitória, sendo que um meia estava jogando bem e dois volantes - Toró e Willians - num dia infeliz. O que ele faz? Simplesmente o mesmo de sempre. Saca o meia, e coloca outro. Aí dá sorte ao ter um pênalti a seu favor, desempata a partida e volta à sua retranca.
Mas, quando você espera que somente um time tenha culpa no cartório, do outro lado o Vasco joga uma pá de cal sobre o túmulo do "alegre futebol carioca". Gaúcho formou o time do mesmo jeito que o rival: três volantes, Coutinho de meia e dois atacantes. O time só tinha saída com os chutes de fora da área de Rafael Carioca e Léo Gago, e as caídas de Coutinho pela esquerda. O problema foi que, desta vez, o garoto prodígio foi muito bem marcado pelo Léo Moura.
O Vasco leva o segundo gol e o que o Gaúcho faz? Simplesmente tira o Coutinho e coloca o Carlos Alberto. Logo depois disso, precisando fazer o gol de empate, ele faz outra mudança: o meia Magnu pelo atacante Dodô. Daí, só no fim, depois da expulsão do Juan, pelo Flamengo, ele tirou o Rafael Carioca para a entrada do atacante Pimpão.
Coincidência? Acho que não. O que mais assusta é justmente isso. Esse surto tomando todos os técnicos brasileiros de que é mais importante não levar gols do que tentar fazer, vide nossa seleção que vai empenhada e favorita pra Copa jogando com três volantes e Kaká.
A final da Taça Rio vai ser contra o Botafogo. Eu era contra o fato do time alvinegro ser campeão com esse joguinho do Joel Santana, mas agora vejo que não há solução. A conquista do Flamengo vai coroar um trabalho ruim e medroso que Andrade vem fazendo neste ano. O time está muito longe de ser aquele do Brasileirão ano passado. Ele tem elenco pra isso, por quê não põe pra jogar bola?
Semana que vem tem outra labuta, certeza de jogo feio e chato de se ver. Um ótimo remédio pra quem anda sofrendo de insônia. Alguém vai encarar o show de horror?
Totalmente previsível, o Flamengo entrou em campo com três volantes, um meia e dois atacantes. Por sua vez, aos 45' do segundo tempo, a formação era: 3 zagueiros, 4 volantes e um meia. Isso mesmo, sem nenhum atacante. Já passa a ser vergonha alheia essa stuação.
Mais uma vez o time jogou mal, não conseguia sair a bola e se garantia na força de Vágner Love, que se virou lá na frente o tempo todo. Brunoo Mezenga, que substituiu Adriano, até começou bem, mas a carruagem virou abóbora em dez minutos de partida. Outro que também tantou alguma coisa e estava agradando - mais uma vez - era o Michael, que claro, saiu para a entrada do Pet.
Andrade tem um banco com Vinícius Pacheco e Pet. O time estava jogando mal e precisando da vitória, sendo que um meia estava jogando bem e dois volantes - Toró e Willians - num dia infeliz. O que ele faz? Simplesmente o mesmo de sempre. Saca o meia, e coloca outro. Aí dá sorte ao ter um pênalti a seu favor, desempata a partida e volta à sua retranca.
Mas, quando você espera que somente um time tenha culpa no cartório, do outro lado o Vasco joga uma pá de cal sobre o túmulo do "alegre futebol carioca". Gaúcho formou o time do mesmo jeito que o rival: três volantes, Coutinho de meia e dois atacantes. O time só tinha saída com os chutes de fora da área de Rafael Carioca e Léo Gago, e as caídas de Coutinho pela esquerda. O problema foi que, desta vez, o garoto prodígio foi muito bem marcado pelo Léo Moura.
O Vasco leva o segundo gol e o que o Gaúcho faz? Simplesmente tira o Coutinho e coloca o Carlos Alberto. Logo depois disso, precisando fazer o gol de empate, ele faz outra mudança: o meia Magnu pelo atacante Dodô. Daí, só no fim, depois da expulsão do Juan, pelo Flamengo, ele tirou o Rafael Carioca para a entrada do atacante Pimpão.
Coincidência? Acho que não. O que mais assusta é justmente isso. Esse surto tomando todos os técnicos brasileiros de que é mais importante não levar gols do que tentar fazer, vide nossa seleção que vai empenhada e favorita pra Copa jogando com três volantes e Kaká.
A final da Taça Rio vai ser contra o Botafogo. Eu era contra o fato do time alvinegro ser campeão com esse joguinho do Joel Santana, mas agora vejo que não há solução. A conquista do Flamengo vai coroar um trabalho ruim e medroso que Andrade vem fazendo neste ano. O time está muito longe de ser aquele do Brasileirão ano passado. Ele tem elenco pra isso, por quê não põe pra jogar bola?
Semana que vem tem outra labuta, certeza de jogo feio e chato de se ver. Um ótimo remédio pra quem anda sofrendo de insônia. Alguém vai encarar o show de horror?
quinta-feira, 1 de abril de 2010
O samba e a mentira
Hoje é 1 de abril, mas, em vez de eu contar uma mentira como todos estão fazendo, separei alguns sambas que falam sobre o assunto e suas derivações.
De Noel a Zeca Pagodinho, podemos ver que a mentira também é assunto que dá samba.
Podem conferir, comentar e sugerir outros.
Pra quê Mentir (Noel rosa) - Paulinho da Viola
Tudo Que Você Diz (Noel Rosa) - Pedro Paulo Malta e Alfredo del Penho
Falsas Juras - Casquinha da Portela
Propagas - Roberto Ribeiro
Triste Desventura - Roberto Ribeiro
Enganadora - João Nogueira
Falou Demais (Mauro Duarte) - Cristina Buarque e Samba de Fato
Verdade Aparente - Gisa Nogueira
Eu Prefiro Acreditar - Zeca Pagodinho
De Noel a Zeca Pagodinho, podemos ver que a mentira também é assunto que dá samba.
Podem conferir, comentar e sugerir outros.
Pra quê Mentir (Noel rosa) - Paulinho da Viola
Tudo Que Você Diz (Noel Rosa) - Pedro Paulo Malta e Alfredo del Penho
Falsas Juras - Casquinha da Portela
Propagas - Roberto Ribeiro
Triste Desventura - Roberto Ribeiro
Enganadora - João Nogueira
Falou Demais (Mauro Duarte) - Cristina Buarque e Samba de Fato
Verdade Aparente - Gisa Nogueira
Eu Prefiro Acreditar - Zeca Pagodinho
Assinar:
Comentários (Atom)