Na falta de assunto, prefiro lembrar um dos ídolos do blog.
Top 5 do Mussum:
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Trilha do Tropa de Elite 2
Agora a conversa é sobre cinema. Em outubro sai o Tropa de Elite 2, a continuação da saga do Cap. Nascimento. A trilha sonora está sendo decidida e algumas músicas certas são "Calibre", do Paralamas, "Ta Tudo Errado", dos MCs Júnior e Leonardo e "Candidato do Caô Caô", do Bezerra da Silva, cantada por Marcelo D2.
Pra quem acha que o D2 fez algo especial, só para o filme, se engana. O cantor lança agora em setembro um CD em homenagem ao Bezerra da Silva, e o mais surpreendente é que ele vem cantando samba. Desta vez não tem DJ, samples e outras batidas, mas sim, cavaco, violão, pandeiro, tantan e até prato, faca e garrafa.
Acho que o disco está bem produzido. Confere a música aí:
Candidato Caô Caô
Se a produção do filme estiver precisando de ideias, eu sugeriria O Biscateiro, do Zeca. Tem bem essa onda de malandro, morro, rolos e polícia. Mas claro, pra não ser usada em nenhuma cena que contenha sacos, tiros ou cabos de vassoura.
Pra quem acha que o D2 fez algo especial, só para o filme, se engana. O cantor lança agora em setembro um CD em homenagem ao Bezerra da Silva, e o mais surpreendente é que ele vem cantando samba. Desta vez não tem DJ, samples e outras batidas, mas sim, cavaco, violão, pandeiro, tantan e até prato, faca e garrafa.
Acho que o disco está bem produzido. Confere a música aí:
Candidato Caô Caô
Se a produção do filme estiver precisando de ideias, eu sugeriria O Biscateiro, do Zeca. Tem bem essa onda de malandro, morro, rolos e polícia. Mas claro, pra não ser usada em nenhuma cena que contenha sacos, tiros ou cabos de vassoura.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Se ensaiassem não sairia tão bom
Semana passda no twitter, postaram essa preciosidade e tenho certeza que é um dos melhores vídeos que já vi na vida.
Com vocês: "Sweet Child o Mine", do Guns N' Roses interpretado por fãs.
Veja, você não vai se arrepender.
Com vocês: "Sweet Child o Mine", do Guns N' Roses interpretado por fãs.
Veja, você não vai se arrepender.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Passagem rápida (Artifício)
Existem músicas e músicas. Últimamente tem uma que não me canso de ouvir e que ainda chega até a me emocionar de vez em quando. Seja pela letra, melodia e, principalmente, as duas vozes que interpretam. Só uma passagem rápida para compartilhar uma grande obra.
Roberto Ribeiro e Clara Nunes cantando "Artifício"
Roberto Ribeiro e Clara Nunes cantando "Artifício"
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Tem que respeitar
Muito malandro por aí que se comporta como especialista no samba tem uma coisa em mente da qual eu não entendo. Não pode ouvir a palavra "pagode" que quase vomita e samba bom é só aquele até os anos 70. Esse mesmo pessoal desdenha das geniais criações dos integrantes do Fundo de Quintal.
Fundo de Quintal foi um dos grupos que me fizeram pensar no samba livre, sem esquentar a cabeça com picuinha entre pandeiros de nylon e couro, e muito menos, se preocupar em citar o - para muitos - demoníaco pagode, mesmo depois de alguns paulistas cornos se apossarem do termo como gênero musical.
Fundo de Quintal é raiz, resistência, exemplo, número baixo, malandragem, samba de vagabundo, pé no chão, terreiro, cerveja, boêmia, cachaça, melodia, improviso, samba canção, partido, jongo, miudinho, escola, maestria, suavidade, sagacidade, leveza, pressão, canto, dança, coro, e muito mais que as "Batucada dos Nossos Tantãs" ou "Irene". Que a mesma galera que critica, canta nas rodas que promovem.
Abaixo, uma lista só de preciosidade. E a Sereno, Bira, Ubirany, Cleber Augusto, Arlindo Cruz, Sombrinha, Jorge Aragão, Almir Guineto, Mussum e outros tantos...um muito obrigado.
Respeita vagabundo!
Miudinho
Nascente da Paz
Encrespou o mar, Clementina
Pra Não Quebrar a Corrente
Quantos Morros Já Subi
Seja Sambista Também
Saber Viver
Canto Maior
Força, Fé e Raiz
Minhas Andanças
Fundo de Quintal foi um dos grupos que me fizeram pensar no samba livre, sem esquentar a cabeça com picuinha entre pandeiros de nylon e couro, e muito menos, se preocupar em citar o - para muitos - demoníaco pagode, mesmo depois de alguns paulistas cornos se apossarem do termo como gênero musical.
Fundo de Quintal é raiz, resistência, exemplo, número baixo, malandragem, samba de vagabundo, pé no chão, terreiro, cerveja, boêmia, cachaça, melodia, improviso, samba canção, partido, jongo, miudinho, escola, maestria, suavidade, sagacidade, leveza, pressão, canto, dança, coro, e muito mais que as "Batucada dos Nossos Tantãs" ou "Irene". Que a mesma galera que critica, canta nas rodas que promovem.
Abaixo, uma lista só de preciosidade. E a Sereno, Bira, Ubirany, Cleber Augusto, Arlindo Cruz, Sombrinha, Jorge Aragão, Almir Guineto, Mussum e outros tantos...um muito obrigado.
Respeita vagabundo!
Miudinho
Nascente da Paz
Encrespou o mar, Clementina
Pra Não Quebrar a Corrente
Quantos Morros Já Subi
Seja Sambista Também
Saber Viver
Canto Maior
Força, Fé e Raiz
Minhas Andanças
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Papo de bola

Depois de um ano todo de espera, através de amistosos, palpites de convocados, album de figurinhas, comerciais, jogo da copa pra PS3... Eis que, finalmente, começa a Copa pro Brasil! E depois do primeiro toque, é hora de comentarmos a atuação do batalhão do Dunga. (que, bem falou o Pablo, meu camarada, estava parecendo o Popeye com aquela roupa ontem)
Pra quem achava que o Brasil ia fazer uma atuação de gala, se decepcionou porque quis. Copa do Mundo é assim, nenhuma estreia satisfaz o torcedor. A Coreia é fraca, mas nem se fosse o Ibis ia ser goleada. Se nós, torcedores, já ficamos tensos na espera do jogo, imagina o caboclo que está vestindo o manto dourado? Ainda mais quando o cara é, simplesmente um jogador mediano, como a mairia do time. É isso, pouco futebol, algum esforço, mas pelo menos arranca a vitória. Isso que importa.
Para se destacar da partida (nem era essa a palavra a ser usada), só dá pra falar do Robinho, que mesmo por muitas vezes bailando mais que jogando, tentou fazer alguma coisa no jogo. Não à toa, acertou um primor de lançamento pro Elano. Outro que queria alguma coisa, e esse, diga-se de passagem, sempre mostra disposição e raça, foi o Maicon, premiado com um belo gol. De resto, nada a declarar. Juan e Lucio não tiveram problemas, e memso assim o nosso capitão mostrou o espírito "zagueiro-zagueiro", espirrando bola pro lado (até contra a Coreia do Norte!). Michel Bastos, Felipe Melo, G. Silva e Kaká foram um lixo. Luis Fabiano nada fez, mas atacante é assim, não precisa aparecer muito, contanto que meta o dele. Nesse caso, ontem não deu. Fraco.
Pra quem achava que o Brasil ia fazer uma atuação de gala, se decepcionou porque quis. Copa do Mundo é assim, nenhuma estreia satisfaz o torcedor. A Coreia é fraca, mas nem se fosse o Ibis ia ser goleada. Se nós, torcedores, já ficamos tensos na espera do jogo, imagina o caboclo que está vestindo o manto dourado? Ainda mais quando o cara é, simplesmente um jogador mediano, como a mairia do time. É isso, pouco futebol, algum esforço, mas pelo menos arranca a vitória. Isso que importa.
Para se destacar da partida (nem era essa a palavra a ser usada), só dá pra falar do Robinho, que mesmo por muitas vezes bailando mais que jogando, tentou fazer alguma coisa no jogo. Não à toa, acertou um primor de lançamento pro Elano. Outro que queria alguma coisa, e esse, diga-se de passagem, sempre mostra disposição e raça, foi o Maicon, premiado com um belo gol. De resto, nada a declarar. Juan e Lucio não tiveram problemas, e memso assim o nosso capitão mostrou o espírito "zagueiro-zagueiro", espirrando bola pro lado (até contra a Coreia do Norte!). Michel Bastos, Felipe Melo, G. Silva e Kaká foram um lixo. Luis Fabiano nada fez, mas atacante é assim, não precisa aparecer muito, contanto que meta o dele. Nesse caso, ontem não deu. Fraco.
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Mudando o rumo da prosa, Zico no Flamengo é, de fato, a maior esperança do torcedor rubro-negro. Em sua primeira entrevista no cargo, deu pra sentir que não tem mi-mi-mi com o cara. Falou a verdade e não deixou nenhum fato de lado. Disse que está dificil contratar e que vai dar um jeito. Tirou neguinho que tava lá de corpo mole na comissão (era a galera do Andrade) e deixou claro que vagabundo nenhum vai ter molezinha. O goleiro faltou ao treino, reclamou que demitiram o amiguinho e não adiantou nada. Bruno ta lá, puto, de birra. E o Zico? Cagando e andando pra ele. Quer ir embora? Vai. Afinal de contas, Zico foi o Zico, não tinha nenhum mimo desse na época de jogador. Se tornou ídolo.
Outra postura correta foi com relação ao Emerson. Se esse cara tivesse todo esse amor pelo Flamengo como disse, aceitaria baixar o salário. Já que o que falou mais alto foi o dinheiro, que continuasse na Arábia, afinal, seu contrato não terminou ainda. Mas, não, ele fechou com o Fluminense.
Pelo menos, o galinho está passando uma postura que, se ela se concretizar, pode ser muito proveitosa para a vida do Flamengo e dos torcedores.
domingo, 6 de junho de 2010
O efeito Costinha
Depois de muita desilusão com o futebol carioca e um mês de merecidas férias, o blog está de volta à ativa.
Neste período em que estive num grande recesso pude aproveitar a ocasião para viajar, coisa que não fazia há muito tempo.
Tanto foi este tempo que até estranhei um pouco quando entrei no avião rumo a Buenos Aires. Sem deixar de ter o frio na barriga, notei que perdi um pouco do costume de uma viagem aérea com seus cuidados, pressões no ouvido e turbulências. Mas, num percurso de três horas, em vinte minutos já voltei ao normal.
Sempre fui, e ainda sou, um cagão assumido. Nunca curti para-quedas, asadelta ou bungee jump. Assim como também não tenho a utopia de “ser livre para voar”. Sei que existe muita gente assim - até mais medrosa - e é justamente dentro do avião que esses indivíduos começam a se manifestar.
Esse medo é normal e toda empresa aérea sabe. É justamente por isso que a tripulação sempre procura distrair os passageiros. Na minha, por exemplo, distribuíram balinhas, colocaram som ambiente e vídeos com a Ivete Sangalo, reportagens sobre a copa e clipes de música.
Pensando nisso, antes do pássaro de aço decolar, fiquei pensando em uma solução que, acredito, seria uma mais objetiva e satisfatória para os passageiros que sofrem de flatulência aguda quando entram no avião. Em vez de passar vídeos da Ivete falando do filho e de safaris africanos, por quê não usufruir do talento de um dos mais renomados humoristas do Brasil: Costinha?
Sempre fui fã do Costinha e adorava ouvir as fitas com suas piadas gravadas. É claro que fazia tudo sem a aprovação da mãe, por ser muito pequeno. Ir a um show, nunca tive a oportunidade.
Garanto que ao colocarem os fones de ouvidos, depois de sentarem tensos nas poltronas com avisos de atar cintos de segurança, os passageiros viajariam muito mais tranquilos escutando as histórias do mestre. Ouçam aí um pouco e vejam se não estou certo.
Neste período em que estive num grande recesso pude aproveitar a ocasião para viajar, coisa que não fazia há muito tempo.
Tanto foi este tempo que até estranhei um pouco quando entrei no avião rumo a Buenos Aires. Sem deixar de ter o frio na barriga, notei que perdi um pouco do costume de uma viagem aérea com seus cuidados, pressões no ouvido e turbulências. Mas, num percurso de três horas, em vinte minutos já voltei ao normal.
Sempre fui, e ainda sou, um cagão assumido. Nunca curti para-quedas, asadelta ou bungee jump. Assim como também não tenho a utopia de “ser livre para voar”. Sei que existe muita gente assim - até mais medrosa - e é justamente dentro do avião que esses indivíduos começam a se manifestar.
Esse medo é normal e toda empresa aérea sabe. É justamente por isso que a tripulação sempre procura distrair os passageiros. Na minha, por exemplo, distribuíram balinhas, colocaram som ambiente e vídeos com a Ivete Sangalo, reportagens sobre a copa e clipes de música.
Pensando nisso, antes do pássaro de aço decolar, fiquei pensando em uma solução que, acredito, seria uma mais objetiva e satisfatória para os passageiros que sofrem de flatulência aguda quando entram no avião. Em vez de passar vídeos da Ivete falando do filho e de safaris africanos, por quê não usufruir do talento de um dos mais renomados humoristas do Brasil: Costinha?
Sempre fui fã do Costinha e adorava ouvir as fitas com suas piadas gravadas. É claro que fazia tudo sem a aprovação da mãe, por ser muito pequeno. Ir a um show, nunca tive a oportunidade.
Garanto que ao colocarem os fones de ouvidos, depois de sentarem tensos nas poltronas com avisos de atar cintos de segurança, os passageiros viajariam muito mais tranquilos escutando as histórias do mestre. Ouçam aí um pouco e vejam se não estou certo.
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